Pesquisa da Kaspersky expõe facilidade no acesso a conteúdo inadequado
Crianças que acessam o YouTube podem estar a uma média de três cliques de conteúdo impróprio, segundo estudo realizado pela Kaspersky. A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 5, como parte do Dia da Internet Segura.
No caso, usuários que viam o programa infantil "Vila Sésamo" precisavam de apenas dois cliques para chegar à gravação de um parto. A lista de vídeos relacionados foi o caminho que ligou os dois arquivos.
Em outro exemplo, um clipe musical contendo palavrões e imagens de armas estava a poucos cliques dos vídes indicados pelo YouTube para o desenho animado "Rastamouse".
"É preocupante ver quão simples é para crianças acessar vídeos adultos no Youtube", disse David Emm, pesquisador de segurança do Kasperky Lab, em entrevista ao jornal britânico The Guardian.
Segundo o Google, detentor do YouTube, o serviço tem um modo de segurança que pode evitar a exibição de conteúdo impróprio, como vídeos pornográficos. Entretanto, a empresa admite que o sistema não tem índice de 100% de acertos.
No caso, usuários que viam o programa infantil "Vila Sésamo" precisavam de apenas dois cliques para chegar à gravação de um parto. A lista de vídeos relacionados foi o caminho que ligou os dois arquivos.
Em outro exemplo, um clipe musical contendo palavrões e imagens de armas estava a poucos cliques dos vídes indicados pelo YouTube para o desenho animado "Rastamouse".
"É preocupante ver quão simples é para crianças acessar vídeos adultos no Youtube", disse David Emm, pesquisador de segurança do Kasperky Lab, em entrevista ao jornal britânico The Guardian.
Segundo o Google, detentor do YouTube, o serviço tem um modo de segurança que pode evitar a exibição de conteúdo impróprio, como vídeos pornográficos. Entretanto, a empresa admite que o sistema não tem índice de 100% de acertos.
Fonte: Olhar Digital
Site diz que canais cobrarão entre US$ 1 e US$ 5 por mês
Antes do meio do ano o YouTube deve passar por uma mudança importante. Em algum momento do segundo trimestre, o site de vídeos do Google vai introduzir um modelo de assinaturas pagas, segundo o AdAge.
Pessoas próximas às negociações disseram que o YouTube procurou produtores para pedir que criassem canais que os usuários teriam de pagar para acessar. Os primeiros devem custar entre US$ 1 e US$ 5 por mês.
Além do conteúdo normal, está em discussão um formato parecido com pay-per-view, quando internautas botariam a mão no bolso para assistir a eventos ao vivo. Acesso a bibliotecas de conteúdo e programas de auto-ajuda e assistência financeira também foram previstos.
Não se sabe quais empresas foram incluídas no período de lançamento, mas acredita-se que sejam aquelas que controlam canais já consolidados, como Machinima, Maker Studios e Fullscreen.
A data de lançamento também é incerta, mas uma das fontes garantiu ao AdAge que será em abril, mês em que companhias de mídia, como AOL, Yahoo! e o próprio YouTube, tentam cativar anunciantes apresentando novidades - geralmente seriados.
Pessoas próximas às negociações disseram que o YouTube procurou produtores para pedir que criassem canais que os usuários teriam de pagar para acessar. Os primeiros devem custar entre US$ 1 e US$ 5 por mês.
Além do conteúdo normal, está em discussão um formato parecido com pay-per-view, quando internautas botariam a mão no bolso para assistir a eventos ao vivo. Acesso a bibliotecas de conteúdo e programas de auto-ajuda e assistência financeira também foram previstos.
Não se sabe quais empresas foram incluídas no período de lançamento, mas acredita-se que sejam aquelas que controlam canais já consolidados, como Machinima, Maker Studios e Fullscreen.
A data de lançamento também é incerta, mas uma das fontes garantiu ao AdAge que será em abril, mês em que companhias de mídia, como AOL, Yahoo! e o próprio YouTube, tentam cativar anunciantes apresentando novidades - geralmente seriados.
Fonte: Olhar Digital
Companhia não revela valor repassado ao cantor sul-coreano, visto mais de 1,23 bilhão de vezes no YouTube
Vídeo mais assistido da história do YouTube, Gangnam Style já rendeu ao Google US$ 8 milhões em receita publicitária, segundo Nikesh Arora, porta-voz da companhia.
Desde seu lançamento, em julho de 2012, a coreografia do sul-coreano Psy foi vista 1,23 bilhão de vezes. Ou seja, cada 'play’ dado no YouTube rende 0.65 centavo de dólar.
O Google não revela o valor repassado a Psy. Segundo o Business Insider, o artista e a gravadora devem ter recebido cerca de US$ 4 milhões pelo sucesso do clipe, metade da receita obtida até agora.
Um analista ouvido pela agência de notícias Associated Press estima que Psy tenha faturado US$ 7,9 milhões somente na Coreia do Sul, incluindo downloads no iTunes, streaming e vendas de outros serviços.
O sucesso tem dado a Psy status de celebridade internacional. O artista estará no Brasil para participar do Carnaval.
Desde seu lançamento, em julho de 2012, a coreografia do sul-coreano Psy foi vista 1,23 bilhão de vezes. Ou seja, cada 'play’ dado no YouTube rende 0.65 centavo de dólar.
O Google não revela o valor repassado a Psy. Segundo o Business Insider, o artista e a gravadora devem ter recebido cerca de US$ 4 milhões pelo sucesso do clipe, metade da receita obtida até agora.
Um analista ouvido pela agência de notícias Associated Press estima que Psy tenha faturado US$ 7,9 milhões somente na Coreia do Sul, incluindo downloads no iTunes, streaming e vendas de outros serviços.
O sucesso tem dado a Psy status de celebridade internacional. O artista estará no Brasil para participar do Carnaval.
Fonte: G1




